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CORREÇÃO: OAB-RJ lança campanha por abertura de arquivo da ditadura

Ao contrário do informado em nota anterior, a Campanha pela Memória e pela Verdade foi lançada pela Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio de Janeiro. A seguir, a íntegra corrigida e atualizada: SÃO PAULO - A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio de Janeiro lançou hoje a Campanha pela Memória e pela Verdade, que defende a abertura de arquivos secretos durante o governo militar (1964-1985).

Valor Online |

Ao contrário do informado em nota anterior, a Campanha pela Memória e pela Verdade foi lançada pela Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio de Janeiro. A seguir, a íntegra corrigida e atualizada: SÃO PAULO - A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio de Janeiro lançou hoje a Campanha pela Memória e pela Verdade, que defende a abertura de arquivos secretos durante o governo militar (1964-1985). A campanha tem como objetivo mostrar ao público que a ditadura ainda não é uma página virada da história e que devem ser esclarecidos os lugares onde estão os corpos de vítimas de torturas daquele período. "As novas gerações têm o direito de saber o que de fato aconteceu. Precisamos conhecer o passado para entendermos o presente e o nosso futuro", reforçou Wadih Damous, presidente da OAB-RJ. Segundo Damous, dois generais da época do regime militar mentiram ao darem declarações recentes em que afirmaram que não houve perseguidos políticos no Brasil e que os que deixaram o país saíram fugidos."Portanto, os brasileiros têm o direito de ter a exata noção do que ocorreu na ditadura para que a mentira nunca mais prevaleça", acrescentou. O presidente da OAB nacional, Ophir Cavalcante, descartou em nota, que a aplicação da Lei da Anistia contra agentes do Estado que praticaram tortura, sequestro e assassinato tenha um caráter de revanche ou vingança contra os militares."Trata-se do resgate da história e da memória da sociedade brasileira, fundamentais para o fortalecimento da Constituição e da democracia no país"", afirmou Cavalcante. Com a iniciativa, a OAB-RJ espera mobilizar amplos setores da sociedade para conseguir a abertura dos arquivos secretos. O ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, também participou do lançamento da campanha no Rio. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, retirou da pauta da semana o julgamento de uma ação proposta pela OAB que questionava se a Lei de Anistia também era válida para quem praticou crimes de tortura. (Fernando Taquari | Valor)
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