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CORREÇÃO: Klabin anuncia redução do investimento para 2008

A Klabin corrigiu informação dada hoje durante sua teleconferência de resultados. Ao contrário do informado, a empresa dispõe de R$ 2,1 bilhões em caixa e não R$ 1,2 bilhão.

Valor Online |

Segue abaixo a íntegra da nota corrigida:
SÃO PAULO - Como forma de se defender dos efeitos da crise financeira internacional, a fabricante de papéis Klabin anunciou hoje que irá reduzir seus investimentos programados para este ano. Até então, estava previsto um desembolso total entre R$ 750 milhões e R$ 800 milhões, cifra que passou para algo próximo a R$ 606 milhões, dos quais 80% já foram investidos. Também ficou comprometido o investimento para 2009, que não deverá passar dos R$ 400 milhões.

A informação foi dada hoje pelo diretor-geral da Klabin, Reinoldo Poernbacher, durante teleconferência em que comentou os resultados da companhia durante o terceiro trimestre deste ano. No período, a empresa amargou prejuízo de R$ 253 milhões, motivado por custos maiores e pelo efeito contábil da valorização do dólar na dívida da empresa.

De acordo com o executivo, a retomada dos investimentos só ocorrerá quando a empresa tiver uma visão mais clara acerca da estabilização do cenário econômico global. O principal investimento adiado foi a expansão da unidade de Correia Pinto (SC), onde são produzidos sacos industriais. Ali, seriam investidos R$ 200 milhões no aumento de 130 mil toneladas para 190 mil toneladas anuais. "Vamos agir de forma cuidadosa para proteger nosso caixa. É o que o momento recomenda", completou Poernbacher.

Ele lembrou que o orçamento da empresa para 2009 ainda está em fase de formulação, mas sinalizou que os investimentos visarão apenas a "manutenção dos ativos existentes" e que os desembolsos não deverão passar dos R$ 400 milhões.

Apesar disso, o diretor fez questão de salientar que a empresa está com a saúde financeira em "excelente estado", ao informar que dispõe de R$ 2,1 bilhões em caixa, montante que cobre as dívidas vincendas nos próximos 3,5 anos.

Poernbacher informou ainda que, apesar dos seus efeitos na dívida, a valorização do dólar ante o real é benéfica para a empresa, pois eleva os preços das exportações em moeda local.

(Murillo Camarotto | Valor Online)

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