Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Correção: Gabrielli não discute nova lei

O título da nota enviada anteriormente contém um erro de grafia, já corrigido nesta nota. O texto, que se segue abaixo na íntegra, estava correto.

Agência Estado |

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, recusou-se a tecer comentários sobre as discussões que estão ocorrendo no âmbito da Comissão Interministerial criada pelo governo para discutir possíveis mudanças no marco regulatório do petróleo, devido às descobertas na camada pré-sal. Em entrevista após participar do lançamento do programa Petrobras Ambiental, Gabrielli apenas sinalizou: "Não vou discutir sobre isso pela imprensa". O comentário foi feito após ser indagado sobre sua opinião a respeito da criação de uma estatal para gerir os recursos do pré-sal, que está sendo discutida pelo governo.

Durante o evento, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, fez referência direta ao assunto: "A Petrobras tem que ser fortalecida e não enfraquecida. Qualquer medida para diminuir o escopo da Petrobras tem que ser repensada. É preciso ter cautela neste assunto", disse Minc no seu discurso.

O ministro ainda criticou a possibilidade de as reservas descobertas pela Petrobras não ficarem nas mãos da estatal: "A Petrobras vai lá, vai lá, investe, e depois que descobre algo, todo mundo quer. Assim também não dá", disse. Logo depois, ao ser abordado por jornalistas, ele diminuiu o tom, dizendo que não participa das decisões e que sua opinião revelou apenas uma posição pessoal e não como ministro.

Do lado de fora da sede da empresa no Rio, o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense, o Sincopetro, posicionou um carro de som para criticar o que chamam de uma "nova privatização do petróleo". Além disso, pregou nas grades da fachada do prédio faixas e cartazes que retomam o discurso dos anos 50 com a frase "O petróleo é nosso". Em um dos cartazes, há uma charge em que um estrangeiro tenta retirar um barril de petróleo de brasileiros afirmando que quer "fazer valer a lei promulgada por FHC (Fernando Henrique Cardoso)", em menção à Lei 9.478, de 1997, que quebrou o monopólio da exploração de petróleo no País.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG