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Correção: Embratel vê em crise oportunidade para crescer

A Embratel afirma que, diferentemente do publicado em nota anterior do Valor Online, a crise internacional poderá ter impacto sobre projetos corporativos do setor de telecomunicações como um todo, e não sobre os negócios da empresa. A companhia diz manter seu plano de investimentos e que os projetos em andamento não serão afetados.

Valor Online |

A seguir, a íntegra corrigida:
SÃO PAULO - O agravamento da crise financeira internacional poderá ter impacto sobre os grandes projetos do setor de telecomunicações para 2009. Diante das incertezas econômicas, "um ou outro" cliente da empresa está revendo seus orçamentos de projetos para o próximo ano, disse ontem o diretor-executivo da Embratel Empresas, Maurício Vergani. Ele salientou, no entanto, que os projetos já acordados ou em andamento com a empresa não sofrerão qualquer tipo de alteração e que a companhia mantém seu plano de investimentos.

Para o executivo, a operadora de telefonia também poderá tirar proveito da crise, de forma a não sentir nenhum impacto das turbulências. Ele explicou que os serviços de convergência, área em que a companhia registra os maiores índices de crescimento, podem ser uma saída importante para empresas que precisam reduzir custos para se proteger da crise. "Por esse motivo, a crise pode representar uma oportunidade", disse o executivo.

Neste sentido, a Embratel deverá lançar na próxima semana, durante uma grande feira de telecomunicações, um serviço que unifica em uma única plataforma IP (protocolo de internet, na sigla em inglês) as redes de dados, voz e internet corporativas. Segundo Vergani, o serviço possibilita uma redução entre 10% e 15% nos custos de rede das médias e grandes empresas.

No mesmo evento, a companhia também deverá apresentar seu serviço próprio de televisão por assinatura via satélite. No entanto, o lançamento comercial desse serviço só deverá ser feito entre os meses de novembro e dezembro, de acordo com o executivo da Embratel .

De volta ao tema crise, Vergani afirmou ainda que a possibilidade de resfriamento dos negócios se coloca, por enquanto, apenas no mercado corporativo. No caso dos clientes residenciais, continua o diretor, ainda não é possível traçar qualquer perspectiva. "É preciso saber o que vai acontecer no dia-a-dia. Ainda não há indícios (de impacto negativo), mas sem crédito e mais dificuldade em pagar suas contas, pode haver algum impacto", disse Vergani, referindo-se aos clientes residenciais.

Questionado se a própria Embratel poderia reduzir seus investimentos, o executivo garantiu que não. Segundo ele, a orientação da direção da Telmex, controladora da Embratel, é de que sejam mantidos os aportes programados para os países em desenvolvimento.

(Valor Online)

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