A nota enviada anteriormente contém um erro. De acordo com levantamento do Ministério Público do Trabalho, a CSN demitiu 590 pessoas desde 9 de dezembro e não 690.

Segue a íntegra do texto corrigido.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) terá de comunicar à Justiça do Trabalho qualquer demissão que pretenda realizar, com antecedência de 48 horas, sob pena de o desligamento ser considerado nulo. A decisão é do juiz da 3ª Vara do Trabalho de Volta Redonda (RJ) em virtude de pedido do Ministério Público do Trabalho daquele município.

O juiz do Trabalho Rodrigo Dias Pereira acolheu o argumento de que demissões em massa só podem ser feitas após tentativas de negociações com sindicatos. De acordo com levantamento do Ministério Público do Trabalho, 590 pessoas foram demitidas desde 9 de dezembro.

A CSN, por sua vez, argumenta que apenas 300 demissões foram feitas e afirma que os desligamentos fazem parte da rotatividade de pessoal ("turn-over") natural da empresa. Para confirmar esta informação, a Justiça solicitou que a empresa apresente, em 26 de março, as demissões feitas em dezembro de 2007 e em igual mês de 2008.

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