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Correa quer expulsar Odebrecht do Equador

O Equador manterá as sanções contra a construtora brasileira Odebrecht, cujos bens estão embargados devido à falta de cumprimento de um contrato no país, informou nesta quinta-feira o presidente Rafael Correa, manifestando seu desejo de que a empresa abandone o país.

AFP |

No momento, as instalações da companhia brasileira no Equador estão ocupadas pelo Exército, enquanto o governo exige o pagamento de uma indenização pelos danos causados pela paralisação da hidrelétrica de San Francisco, construída pela Odebrecht e que está fora de operação há quatro meses.

Apesar do decreto presidencial sobre a Odebrecht não determinar a saída da companhia do Equador, Correa falou nesta quinta-feira em "expulsão".

"Estamos analisando, muito seriamente, sua expulsão. Basicamente, estamos analisando questões técnicas, jurídicas e econômicas, mas a príncipio minha vontade, nosso desejo, é de que não voltem" a trabalhar no Equador.

Segundo Correa, "empresas que enganam o país apenas diante de um ato firme, como a expulsão, reconhecem o que estritamente corresponde ao Estado equatoriano".

O presidente destacou que na semana passada a Odebrecht comunicou sua disposição de aceitar as exigências do Equador sobre a central de San Francisco, que deixou de operar um ano após ser entregue pela empresa brasileira.

Durante a recente reunião em Manaus, Correa conversou sobre o tema com o presidente Luiz Inacio Lula da Silva, que manifestou sua confiança em uma solução negociada e descartou que o problema afete a relação entre os dois países.

SP/LR

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