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Corolla vence C4 e Mégane

O comparativo entre as versões topo dos sedãs Citroën C4 Pallas, Renault Mégane e Toyota Corolla retratou bem o que vem ocorrendo no segmento desde 2006: uma disputa acirradíssima e de alto nível, que recebe novidades em média a cada trimestre. A mais recente, lançada no mês passado, é o Mégane Privilège 2.

Agência Estado |

0, que tem preço sugerido de R$ 74.990 e melhorou muito a linha do três-volumes.

No entanto, a vitória ficou com o Corolla SE-G 1.8, que apesar de ter o preço mais alto entre os três sedãs (R$ 86.390) se destaca pela excelente lista de itens de série e por ser o único flexível do trio. É um ótimo "conjunto da obra". Segundo colocado, o C4 Pallas Exclusive 2.0, lançado no ano passado, tem tabela de R$ 77.760.

Todos os três-volumes avaliados estavam equipados com câmbio automático, item quase obrigatório nessa categoria. Só o Citroën, aliás, oferece caixa manual na configuração topo de linha.

O vice-campeão do comparativo se destaca principalmente pela carroceria, que consegue ser imponente pelas linhas ousadas e pelo tamanho. Suas dimensões são típicas de sedãs grandes, como o Ford Fusion, por exemplo. O Pallas oferece maior amplitude, seja na cabine ou no porta-malas.

Contudo, o Corolla é quase tão aproveitável internamente quanto o C4. Ele é o único dos três com assoalho plano, evolução que veio com essa nova geração.

Feito na Argentina, o Pallas também fica atrás do Corolla no conforto de rodagem, que deixa a desejar. As suspensões são mais barulhentas e absorvem menos os impactos com o piso (o Mégane também é superior ao Citroën nesse aspecto). Mesmo com 143 cv, seu desempenho é o pior no dia-a-dia, com reações mais lentas em virtude do maior peso - 1.409 kg.

Já o Mégane é o mais macio de todos, tanto no molejo como nas respostas da direção elétrica (como no Corolla; o C4 tem assistência eletroidráulica). O desempenho do sedã agrada: ele é mais ágil que o Citroën. Além disso, tem espaço interno bem adequado.

Entretanto, o três-volumes fabricado no Paraná fica devendo quando o assunto é sofisticação. Qualidade que sobra no Pallas e que o paulista Toyota passou a exibir numa dose razoável nessa versão SE-G da décima geração.

Só para dar um exemplo, o Renault não tem apoio de braço central traseiro, que não era novidade nem para o Ford Del Rey dos anos 80. Mas a versão traz bancos de couro, que passaram a ser oferecidos na linha recentemente.

O Corolla, por sua vez, mostrou que evoluiu consideravelmente, apesar do visual não ser tão diferente do de seu predecessor. O bom acerto do conjunto mecânico e das suspensões, que já existia, agora é acompanhado de mais requinte, resultando numa combinação difícil de ser batida.

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