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Conversores: parecidos no visual, nas funções e no preço

Conversores: parecidos no visual, nas funções e no preço Por Jocelyn Auricchio São Paulo, 03 (AE) - A nova safra de conversores tem muito em comum. Além do preço bastante parecido - até R$ 400 - os aparelhos partilham do mesmo visual, das mesmas funcionalidades e até praticamente do mesmo tipo de gabinete.

Agência Estado |

Isso acontece porque algumas empresas internacionais vendem o "design de referência", um pacote com as especificações técnicas de aparelhos que podem englobar dos componentes internos até todo o produto, da embalagem ao sistema operacional.

A rigor, o que muda entre eles é a oferta de itens extras na caixa. Todos trazem controle remoto, cabo de vídeo composto e componente. Apenas dois já tinham um cabo HDMI na caixa.

O vídeo composto é importante para quem tem TVs de tubo mais antigas, sem entrada vídeo componente. Em nossos testes, todos os conversores exibiram de forma legível o texto do guia eletrônico de programação mesmo em TVs de definição padrão, conectados com o cabo de vídeo composto.

A conexão componente deu conta do recado tanto em TVs de tubo mais modernas quanto nas de alta definição. E a saída HDMI, presente em todos os aparelhos, transmitiu sem problemas som e imagem para televisores compatíveis.

A recepção de sinal dos aparelhos foi ótima, mesmo quando uma pequena antena interna UHF foi usada. Em média, os conversores demoraram 4 segundos para surfar entre os canais, o que é esperado por conta do próprio sistema de sintonização.

De fácil navegação e operação, os conversores também tocam músicas em MP3 e visualizam fotos.

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