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Contratos de juros fecham com ligeira alta na BM F

SÃO PAULO - A maioria dos contratos de juros fechou o pregão desta segunda feira com pequenas variações de alta na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F), em um dia com giro bastante estreito. Com o cenário doméstico de política monetária já consolidado em apostas de alta de 0,75 ponto percentual para a Selic na quarta-feira, as taxas estão mais atreladas a fatores externos, como as incertezas que ainda estão presentes no mercado americano.

Valor Online |

O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado hoje, apontava alta de 0,05 ponto percentual, para 14,78% ao ano. O vencimento janeiro 2011 subiu 0,03 pontos, a 14,43%, e janeiro 2012 se valorizou 0,05 ponto, para 14,16%.

Entre os contratos curtos, o vencimento para outubro de 2008 avançou 0,03 ponto, para a 13,42%. Novembro de 2008 subiu 0,02 ponto, a 13,54%. Dezembro de 2008 ganhou 0,01 ponto para 13,74%, e o DI para janeiro de 2009 foi o único a fechar em baixa, de 0,02 ponto percentual, para 13,94% ao ano.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 271.920 contratos, equivalentes a R$ 21,76 bilhões (US$ 12,58 bilhões). O volume é muito inferior ao verificado na última sexta-feira quando foram negociados 1.214.550 contratos. O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado hoje, com 138.920 contratos, equivalentes a R$ 11,59 bilhões (US$ 6,70 bilhões).

Os DIs acompanharam o movimento do dólar no câmbio doméstico, sobretudo os mais líquidos, de vencimento a partir de 2010. A moeda americana abriu a sessão em queda frente ao real, refletindo a melhora do humor lá fora após o governo americano anunciar injeção de recursos para garantir as operações das financeiras hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac.

A decisão resultou em euforia na abertura, mas os analistas acreditam que houve certo exagero por parte dos investidores. Segundo o gerente de renda fixa de uma corretora paulista, a avaliação agora é de que o governo americano demorou para agir e que a situação era bem pior do que se esperava. O socorro prevê injeção de até US$ 200 bilhões para sanear as operações das duas companhias.

Em comportamento idêntico ao dólar, os contratos longos passaram subir a partir da segunda etapa do pregão, quando a moeda americana ganhou valor em relação ao real e a bolsa de valores inverteu o rumo e passou a operar no vermelho. Lá fora, as bolsas de Nova York também reduziram o ímpeto de valorização.

(Valor Online)

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