O contrato Gisel (Grupo Industrial para o Sistema da Eletropaulo) foi conquistado em 1983 pelo consórcio formado pela Alstom, Cegelec, ABB e Lorenzetti. Continuou a ser utilizado até 2006.

Houve financiamento federal para esse projeto. Em 1993, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) considerou legal a ausência de concorrência para contratação de empresa para fazer a supervisão técnica da montagem dos equipamentos na subestação Miguel Reale. Somente esse aditivo custou mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos, equivalente a Cr$ 776 milhões na época. Investigadores suíços estimam que o valor total do contrato seja equivalente a R$ 98,1 milhões.

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