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Conta sai mais cara no final

Com o alongamento dos prazos de pagamento, as parcelas dos empréstimos caem, mas o consumidor precisa ficar atento: o custo total acaba sendo ainda maior. O melhor para o consumidor é financiar uma compra no menor prazo possível e sempre dar uma entrada, defende o economista Miguel Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Agência Estado |

O costume de observar apenas o valor da prestação é perigoso para o orçamento da família, segundo o economista Alcides Leite, da Trevisan Escola de Negócios. "O tomador do crédito tem de fazer as contas para verificar se aquela operação é realmente vantajosa", diz.

Leite aconselha o consumidor a adiar, o máximo possível, as compras de bens. Assim, será possível pagar à vista ou dar uma boa entrada, reduzindo o prazo de financiamento.

O mesmo vale para os empréstimos pessoais. Quanto menos parcelas, menor o impacto dos juros. Além disso, ao comparar as condições oferecidas por diferentes instituições financeiras, o consumidor pode escolher a operação com os menores juros.

O economista da Trevisan lembra ainda que o consumidor não deve comprometer mais de 30% do orçamento familiar com dívidas de médio ou longo prazo.

"Isso é muito perigoso. Se o parcelamento for longo, por exemplo, a pessoa pode perder o emprego, o que vai dificultar o pagamento", diz. "Além disso, ao comprometer tanto, a pessoa pode ficar com dificuldade para fazer novas compras."

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