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Consumo cai pela 1ª vez em 25 anos

O consumo de petróleo diminui pela primeira vez em 25 anos. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), a demanda pelo petróleo em 2008 encolherá e, para 2009, as previsões tiveram de ser revistas para baixo.

Agência Estado |

Em menos de seis meses, o preço do barril do petróleo já caiu cerca de US$ 100,00. No Brasil, a previsão é de aumento da produção em mais de 100 mil barris até final de 2009, além da expansão da produção de etanol.

Neste ano, o consumo mundial irá diminuir em 200 mil barris por dia, queda de 0,2% ante 2007. A maior queda será registrada nos países ricos, que hoje estão em plena recessão. A queda desses mercados será de 3,3%. Para 2009, o mercado deve observar um leve crescimento, com 86 milhões de barris por dia de consumo. O mero anúncio de que o consumo poderia crescer em 2009 fez com que o preço do barril ontem aumentasse em US$ 1,39.

A queda só não é maior graças aos países emergentes. Em 2009, seu consumo será de 39,4 milhões de barris por dia. Só na China serão 8,2 milhões e o país verá uma alta de 3,7% na demanda. No restante dos emergentes, a taxa de crescimento será de 2,9%.

"Claramente, se estivermos caminhando para uma prolongada recessão global, o crescimento de 0,5% na demanda mundial em 2009 não será concretizada", afirmou a agência.

O resultado dessa queda na demanda tem sido uma redução drástica no preço do petróleo. Por isso, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) deve anunciar na próxima semana um corte de produção. A Opep produz 40% de todo o petróleo consumido pelo mundo.

Já a produção de petróleo no Brasil deve aumentar em mais de 110 mil barris por dia. No total, o País passará de 2,45 milhões de barris para 2,54 milhões em dezembro de 2009. Para a agência, o Brasil terá um papel fundamental no crescimento da produção em 2009.

A alta no Brasil, segundo a AIE, será uma das maiores fora dos países da Opep. Em termos de região, a América Latina é que mais aumentará sua produção em 2009, em cerca de 747 mil barris por dia em relação à média de 2008. A taxa é bem superior ao aumento realizado entre 2007 e 2008, de apenas 160 mil novos barris por dia.

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