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Consumidor pode ganhar, se tiver dinheiro e atenção

Com dinheiro no bolso e olho na onda de promoções, o consumidor pode fazer bons negócios. Faz três semanas que o vendedor de cigarros Rogério Berezuski comprou um Corsa Sedan 1.

Agência Estado |

0, ano 2006, flex com desconto de 8,5%. "O preço inicial era R$ 23,5 mil, mas consegui por R$ 21,5 mil porque éramos dois vendedores negociando", brinca.

O que garantiu o desconto, diz, foi o pagamento à vista. Berezuski tinha o dinheiro no banco desde junho, quando vendeu o Escort 2000. "Consegui R$ 17,9 mil pelo carro, quase o preço de tabela, de R$ 19 mil na época." Durante quatro meses ele procurou o carro ideal. O tempo de espera valeu a pena. "No começo, fiquei meio desesperado, mas não dá para ter pressa quando se quer fazer um bom negócio." O carro novo é menor, mais econômico e, segundo ele, vai atender às necessidades da esposa e das duas filhas.

Berezuski diz que pode perceber a queda no movimento das concessionárias durante o tempo em que pesquisou o mercado. "No começo, eu entrava nas lojas e, às vezes, demoravam para atender. Nesses últimos dias, eu entrava e não tinha ninguém, até estranhava."

A administradora de empresas aposentada Elenice Silva Borges Matos é outra consumidora que aproveitou as promoções para realizar um velho sonho: um cruzeiro marítimo. "Sempre trabalhei na área de comércio exterior e 90% dos embarques são marítimos, mas nunca viajei de navio."

A oportunidade apareceu recentemente, quando ela comprou um pacote turístico de 8 dias num navio que irá de Santos (SP) a Salvador (BA), em fevereiro. O melhor é que ela adquiriu o pacote com o dólar congelado em R$ 1,99. Ontem, a moeda fechou o dia valendo R$ 2,19.

Pelo passeio, com todas as despesas incluídas, Elenice vai pagar R$ 2.873,68 em oito vezes, com cheque pré-datado, e ficou satisfeita. Dois meses atrás, quando começou a pesquisar o passeio, ela planejava ir de navio para Europa. Naquela época, o dólar valia R$ 1,70. Mas a disparada do câmbio inviabilizou parcialmente o plano. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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