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Consumidor não é favorecido com queda de cotação

As cotações do petróleo despencaram nas últimas semanas, mas o consumidor brasileiro ainda não deve ser beneficiado com redução nos preços da gasolina e do diesel. Na avaliação de especialistas, a Petrobrás deve manter a política de esperar a configuração de novos patamares antes de tomar qualquer decisão.

Agência Estado |

Enquanto isso, a empresa aproveita para recuperar parte das perdas que teve com a venda dos combustíveis quando o preço era US$ 120 por barril.

Os últimos aumentos na gasolina e no diesel foram em maio, quando o barril de petróleo custava, em reais, cerca de R$ 182. Hoje, com petróleo mais barato, mas dólar mais caro, o barril está cotado em torno de R$ 143.

O consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE) ressalta que a queda do petróleo pode contribuir para segurar a inflação, uma vez que elimina a necessidade de novos reajustes. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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