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Consórcio prepara novo pedido de financiamento para Serra do Facão

RIO - O consórcio que constrói a hidrelétrica de Serra do Facão, na divisa dos estados de Goiás e Minas Gerais, trabalha na reformulação do pedido de financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e espera reapresentá-lo ao banco de fomento no mês que vem. A afirmação foi feita hoje pelo presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz Lopes, que confirmou a compra, por Furnas, da fatia pertencente à Gallway Projetos em Energia no negócio.

Valor Online |

"Estamos com entendimentos bem avançados para o novo pedido ao BNDES", frisou Muniz Lopes, que participou hoje do XII Congresso Brasileiro de Energia, no Rio.

O financiamento para a obra foi aprovado no ano passado, mas acabou suspenso depois que a Gallway, empresa com sede na Holanda, comprou a parte da Oliveira Trust Servicer, correspondente a 50,1% da Sociedade de Propósito Específico (SPE) formada por Furnas e pela Oliveira Trust apenas para construção da usina. A fatia adicional comprada por Furnas corresponde a 25,1% do capital total da própria usina. Os outros sócios da usina são Alcoa, Camargo Corrêa e DME Energética.

O novo pedido será feito para viabilizar a liberação de R$ 540 milhões para as obras da usina, que terá capacidade para gerar 210 megawatts e está incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Muniz Lopes fez questão de frisar que os investimentos da Eletrobrás estão garantidos para os anos de 2009 e 2010, a despeito do cenário de crise internacional. Segundo o executivo, a holding - que controla, entre outras, Chesf, Furnas, Eletronorte e Eletrosul - divulgará em janeiro de 2009 o plano estratégico para os próximos 10 anos.

"Estamos com o fluxo financeiro garantido para os investimentos de 2009 e 2010", ressaltou Muniz Lopes.

Apesar do fluxo financeiro garantido, o presidente da estatal reafirmou que a empresa negocia com o Banco Mundial um empréstimo de US$ 500 milhões para a reestruturação das companhias federalizadas que estão sob o guarda-chuva da Eletrobrás. De acordo com o executivo, a empresa já recebeu US$ 380 mil da instituição como termo de referência para o início desta reestruturação.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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