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Consórcio italiano faz nova proposta pela Alitalia

Roma, 31 out (EFE) - A Companhia Aérea Italiana (CAI), o consórcio de empresários nacionais constituído para salvar da falência a insolvente empresa aérea Alitalia, apresentou hoje finalmente sua oferta vinculativa pelas áreas lucrativas da firma de bandeira italiana, segundo a imprensa local. A oferta, segundo uma nota da CAI, abarca um projeto ambicioso e, por sua vez, realista que permite à companhia se situar como um dos mais importantes atores na área européia e tem conseqüências positivas do ponto de vista empregatício pelos 12.500 trabalhadores que a sociedade absorverá.

EFE |

O prazo fixado pelo comissário extraordinário para a companhia aérea nomeado pelo Governo, Augusto Fantozzi, expirava hoje, pelo que o Conselho de Administração da CAI se reuniu à tarde em Roma para estudar a proposta definitiva.

Isso aconteceu após o grupo ter assinado, meio-dia, o convênio coletivo da futura companhia aérea com os quatro sindicatos majoritários italianos.

No entanto, a rejeição a este acordo por parte de um sindicato de base (SDL) e quatro organizações de pilotos e assistentes de vôo deixou em suspenso o lançamento da oferta.

O presidente da CAI, Roberto Colaninno, já tinha declarado que o acordo de todos os representantes dos trabalhadores sobre o convênio era condição fundamental para a apresentação da oferta.

No entanto, a Companhia Aérea Italiana ignorou o fato de os representantes dos sindicatos UP, ANPAC, ANPAV, SDL e AVIA terem afirmado que não assinarão o convênio coletivo e apresentou a proposta.

Por enquanto, não foram divulgados os detalhes da oferta apresentada pela CAI, cujo Conselho de Administração para os próximos dois anos foi nomeado na terça-feira passada.

Na mesma assembléia de acionistas foi ampliado para 1,1 bilhão de euros o capital da sociedade, formada por 19 empresários italianos.

Um dos aspectos ainda não concretizados é a entrada de uma companhia aérea estrangeira na nova Alitalia, apesar de a nota divulgada hoje pela CAI destacar que a oferta "define os termos de uma importante associação com um dos três principais operadores mundiais do setor".

Os dois grandes candidatos são Air France-KLM e Lufthansa, apesar de a imprensa italiana apostar na primeira empresa, já que o plano do grupo potencia o aeroporto romano de Fiumicino, que interessa mais à franco-holandesa, frente aos aeroportos de Milão, preferidos pela companhia aérea alemã por sua proximidade geográfica. EFE ddt/db

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