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Consórcio confirma vazamento em usina

O consórcio formado pela Odebrecht, Va Tech e Alston está negociando com o governo equatoriano a reparação dos danos na hidrelétrica de San Francisco, no Equador. Ainda não está definido o valor da indenização que o consórcio poderá ter de pagar pelos prejuízos à economia do país.

Agência Estado |

A usina de US$ 282 milhões está parada há quase três meses por vazamentos no túnel de condução das águas para as turbinas. O problema, segundo o grupo, foi detectado em uma "inspeção de rotina". A operação da usina de 230 megawatts de potência teve de ser interrompida e 300 operários foram mobilizados para providenciar os reparos.

O consórcio prometeu que a hidrelétrica voltará a operar até 4 de outubro. Fontes de uma das empresas atribuíram ao clima de disputa eleitoral no Equador os ataques do presidente Rafael Correa à construtora Odebrecht. A companhia brasileira está no Equador há 20 anos e tem outras 4 obras em andamento, onde emprega 3 mil trabalhadores.

Em nota, o consórcio informou que a usina foi inaugurada em junho de 2007, nove meses antes do prazo. Um ano após a inauguração, foram detectados "problemas pontuais" no túnel de condução das águas para as turbinas, além do desgaste excessivo de rodas dágua das turbinas e falhas no sistema de esfriamento provocadas por questões que estão sendo analisadas".

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