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Conselho Nacional do Café divulga sugestões apresentadas ao BC

São Paulo, 17 - O Conselho Nacional do Café (CNC), órgão que reúne as principais cooperativas do setor do País, divulgou comunicado em que mostra os principais pontos discutidos com presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, durante reunião realizada hoje de manhã na sede da instituição financeira. Meirelles teria afirmado que o sistema cooperativista brasileiro é prioridade do Banco Central.

Agência Estado |

Ele informou que a crise financeira mundial está sendo superada, mas começa a atingir a economia real, por causa da falta de crédito, informa o comunicado do CNC. Ainda conforme o presidente do BC, no Brasil, o problema é menor porque nos últimos anos o governo estruturou a economia em bases sólidas.

Meirelles comentou que várias ações vêm sendo promovidas pelo BC para melhorar a economia, como a redução do compulsório e o financiamento de linhas de ACC, mas reconheceu que outras ações precisam ser feitas. Nesse sentido, ele anotou as demandas apresentadas pelo setor cooperativista na reunião, as quais, segundo ele, serão objeto de análise e avaliação por parte do governo.

Conforme o CNC, foi analisada a liberação do excesso de garantias existentes nos contratos de financiamento de longo prazo (Pesa, Securitização, Alongamento Funcafé, etc.) e também a liberação de maior volume de recursos para capital de giro das cooperativas e aumento da liquidez do sistema. Além disso, a prorrogação dos financiamentos de todos os custeios agropecuários por um ano, tendo em vista que muitos bancos não estão renovando essas linhas, e a Revisão dos preços mínimos agropecuários e maior aplicação dos instrumentos da Política de Garantia de Preços Mínimos (Opções, Pepro, Prop, PEP, etc.).

Ainda segundo o CNC, analisou um programa de capitalização para as cooperativas agropecuárias, o aumento dos recursos financiados pelo BNDES para a agropecuária e permissão para as cooperativas agropecuárias compensarem seus créditos tributários - atualmente avaliados em cerca de R$ 4 bilhões - em tributos federais ou outros tributos.

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