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Família Nobel não reconhece prêmio de economia, que é concedido pelo Banco Central da Suécia

Vencedor em 1994, o matemático John Nash teve sua história contada nos cinemas, no filme
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Vencedor em 1994, o matemático John Nash teve sua história contada nos cinemas, no filme "Uma mente brilhante"
O Prêmio Nobel de Economia foi criado em 1968, 72 anos depois da criação do Prêmio Nobel. Chamada de Prêmio Sveriges Riksbank de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel, a premiação ainda gera controvérsias entre os mais tradicionalistas.

O prêmio de economia foi criado pelo Banco Central da Suécia e concedido pela primeira vez em 1969. Por conta da referência a Alfred Nobel, criador do Prêmio Nobel, a premiação econômica acabou associada à série de prêmios como Nobel da Paz, Nobel de Medicina, Nobel de Física, Nobel de Química e Nobel de Literatura.

Entretanto, diferentemente das demais categorias, o Nobel de Economia não é pago com recursos da Fundação Nobel. É o próprio Banco Central da Suécia que faz o pagamento do prêmio. A família Nobel não reconhece o prêmio e, desde 1968, proíbe que sejam criados outros prêmios em memória do químico e industrial sueco Alfred Nobel.
Apesar da divergência, os critérios de seleção, indicação e premiação dos candidatos do Nobel de Economia são os mesmos das demais premiações.

Desde 1969, o prêmio já contemplou 64 personalidades do mundo econômico. Em 2001, o Nobel de Economia ganhou as telas dos cinemas, com o filme “Uma Mente Brilhante”, que conta a história do matemático norte-americano John Nash, interpretado por Russell Crowe.

Vencedor do Nobel de Economia de 1994, com sua teoria dos jogos, Nash sofria de esquizofrenia. O filme foi ganhador de quatro Oscars em 2002.

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