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Confiança empresarial é a menor em mais de 5 anos na Alemanha

Frankfurt (Alemanha), 27 out (EFE).- A confiança empresarial caiu em outubro na Alemanha com força, até seu nível mais baixo desde maio de 2003, já que a piora da crise financeira internacional freou o crescimento.

EFE |

O Instituto de Pesquisa Econômica alemão (Ifo, na sigla em alemão) informou hoje que o índice de confiança empresarial no conjunto da Alemanha desceu em outubro até 90,2 pontos, contra os 92,9 pontos de setembro e mais do previsto pelos analistas.

O Ifo resenhou que se trata da quinta queda consecutiva do índice de confiança empresarial.

A forte piora deste importante indicador do estado de saúde da Alemanha em outubro assinala que seguramente a maior economia da zona do euro vai entrar em recessão.

O euro caiu até US$ 1,2332 após a queda da confiança empresarial na Alemanha em setembro.

Posteriormente, a moeda européia recuperou posições e mudava por volta das 7h45 (horário de Brasília) para US$ 1,2405, contra os US$ 1,2491 da abertura.

O instituto Ifo, que calcula este importante indicador de confiança mediante pesquisas mensais sobre produção, estoques, pedidos, preços e empregos em 7.000 empresas, toma como base o ano 2000 (ao que atribui o valor de 100).

Na última pesquisa, as empresas avaliaram com muito mais ceticismo as perspectivas da economia para os próximos seis meses, disse o presidente do instituto de pesquisa econômica de Munique, Hans-Werner Sinn.

O componente das previsões caiu em outubro até 81,4 pontos, um valor mínimo histórico e frente aos 86,5 pontos do mês anterior.

No entanto, a avaliação da situação atual se manteve e o subíndice melhorou um pouco de os 99,8 pontos de setembro aos 99,9 pontos de outubro.

A confiança empresarial caiu em outubro notavelmente no setor manufatureiro, cujos empresários consultados prevêem também um enfraquecimento das exportações e, por isso, não devem contratar mais pessoal nos próximos meses.

No setor da construção, a confiança empresarial também piorou em outubro pelas negativas perspectivas para os próximos seis meses.

Os setores de vendas no varejo e atacadistas também consideraram mais negativa a evolução de suas atividades em um futuro próximo, segundo Sinn. EFE aia/jp

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