SÃO PAULO - A agenda da terça-feira é numerosa em termos de eventos domésticos, mas não reserva dados considerados de primeira linha. Nos Estados Unidos, o dia reserva o índice de confiança do consumidor, feito pelo Conference Board, e o índice de preço de imóveis da S & P CaseShiller. Também é aguardado um pronunciamento do presidente do Federal Reserve (Fed), banco central americano, Ben Bernanke.

SÃO PAULO - A agenda da terça-feira é numerosa em termos de eventos domésticos, mas não reserva dados considerados de primeira linha. Nos Estados Unidos, o dia reserva o índice de confiança do consumidor, feito pelo Conference Board, e o índice de preço de imóveis da S & P CaseShiller. Também é aguardado um pronunciamento do presidente do Federal Reserve (Fed), banco central americano, Ben Bernanke. Por aqui, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresenta a Sondagem de Expectativas do Consumidor, referente ao mês de abril, e também divulga o Índice Nacional de Custos da Construção do Mercado (INCC-M). A Fiesp mostra o Indicador de Nível de Atividade (INA) referente ao mês de março. Ainda sai o Sensor do mês de abril, que aponta a percepção dos empresários a respeito das perspectivas econômicas do período. A entidade ainda apresenta um estudo inédito, o Nível de Utilização de Produção Plena (NUPP), que mede a produção máxima possível das empresas e o nível corrente. Na quarta-feira, o foco recai na decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que define o rumo da taxa básica de juros. Como a decisão só é anunciada no fim do dia, a reação fica para a quinta-feira. Antes disso, os investidores conhecem o veredicto do colegiado do Fed, que também terá reunião para definir o rumo da política monetária americana. No campo corporativo local, são aguardados os resultados do Banco Daycoval e Indústrias Romi. No campo externo, saem os balanços da 3M Company, BP Plc, Daimler, Deutsche Bank, DuPont, Electrolux, Ford e OHL. (Eduardo Campos | Valor)
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