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SÃO PAULO - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou de 100,3 pontos em janeiro para 96,3 pontos em fevereiro, segundo a série sem ajuste sazonal da Sondagem de Expectativas do Consumidor divulgada hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O desempenho verificado neste mês retoma a trajetória de queda na confiança observada desde setembro, mas que tinha sido suspensa em dezembro e janeiro. Segundo a FGV, houve piora tanto das avaliações sobre a situação presente quanto das expectativas em relação aos meses seguintes. O indicador referente à situação atual foi de 106,1 pontos em janeiro para 100,2 pontos agora, e o índice de expectativas caiu a 94,2 pontos perante os 94,2 pontos do mês passado.

Em fevereiro do ano passado, o ICC ficou em 116,7 pontos. O Índice da Situação Atual marcou 118,6 pontos e o Indicador de Expectativas equivaleu a 115,7 pontos.

Entre janeiro e fevereiro, a parcela dos consumidores que classificaram como boa a situação financeira da família subiu de 8,4% para 8,7%. O grupo dos que a consideraram ruim situou-se em 50,6%, ante 48,9% da leitura anterior.

Em termos de expectativas futuras, a proporção dos que esperam gastar mais com bens duráveis nos próximos seis meses caiu de 8,0% no mês passado para 6,8% este mês. Já aqueles que vão reduzir os gastos representam agora 40,2% do total, na comparação com 38,1% em janeiro.

O ICC é composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor, realizada com base em uma amostra de mais de 2 mil domicílios em sete das principais capitais brasileiras. Leituras acima de 100 pontos indicam otimismo.

(Valor Online)

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