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Confiança de consumidores na economia cresce mais que o esperado nos EUA

Nova York, 26 ago (EFE).- A confiança dos consumidores dos Estados Unidos na economia aumentou em agosto mais que o esperado pelos analistas, mas ainda é a metade do que a existente há um ano, indicam informações divulgadas hoje pela entidade privada The Conference Board.

EFE |

O índice de confiança elaborado por esta entidade de análise econômica ficou este mês em 56,9 pontos, em comparação aos 53 pontos que previam os analistas e aos 51,9 pontos registrados em junho, quando já teve um pequeno avanço após seis meses consecutivos de diminuições.

No entanto, em comparação há um ano, a confiança dos consumidores caiu quase à metade, já que em agosto de 2007, quando explodiu a crise do setor de créditos e imobiliária que ainda atinge a economia americana, o índice chegou a 105,6 pontos.

Além disso, o indicador que mede a percepção dos americanos sobre as condições atuais da economia diminuiu dos 65,8 pontos de junho, para 63,2 de agosto, o que também contrasta com os 130,1 pontos existentes há um ano.

O índice que registrou um grande aumento no último mês foi o das perspectivas dos consumidores sobre o comportamento da economia em um prazo de seis meses, já que passou de 42,7 em julho para 52,8 em agosto.

A diretora do Centro de Pesquisa do Consumidor no The Conference Board, Lynn Franco, afirmou ao apresentar os dados que estes se mantenham em um grau "neutro", mas disse que "poderia estar dando sinais de melhora no início do próximo ano".

"As diminuições no índice da situação presente parecem estar se moderando e o das previsões, que registrou um significativo aumento este mês, sugere que melhores tempos estão por vir", declarou Franco.

No entanto, reconheceu que as informações ainda estão "muito abaixo" das médias históricas, o que faz com que "ainda seja cedo demais para dizer que o pior já passou".

A pesquisa mensal do The Conference Board entre uma mostra de 5.000 famílias revelou que 33,2% dos entrevistados consideram que as condições de negócio são "negativas" neste momento, em comparação ao 32,6% que tinha esta opinião há um mês.

Além disso, 32% afirmam que é difícil encontrar emprego, em comparação ao 30,2% que tinha esta mesma percepção no mês passado.

Apesar destes aumentos, o otimismo surge nas previsões para os próximos seis meses, já que 25,8% dos entrevistados esperam que a situação econômica piore, diante dos 32,4% que diziam isto há um mês.

Com relação ao mercado de trabalho, 30,6% prevê que haverá menos oportunidades de emprego nos próximos meses, em comparação ao 37,3% que tinha esta mesma percepção em junho. EFE mgl/fal

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