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Conab: produção brasileira de mamona deve crescer 55,8% em 2008

Brasília, 16 - A produção brasileira de mamona deve crescer 55,8% para 146 mil toneladas neste ano, volume que atende a crescente demanda da indústria. No caso da aviação, por exemplo, parte da colheita é destinada à produção de um fluido que impede o congelamento do combustível nos tanques de aeronaves e foguetes.

Agência Estado |

A oleaginosa também é destinada à fabricação de lentes de contato, batom, espuma para colchões, tintas e adubos. "A mamona é aproveitada em mais de 500 itens pela indústria química", explicou a analista Zilá Áquila, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Ela explicou que a resistência da planta ao clima seco faz com que seja uma boa fonte de renda para famílias que a cultivam no semi-árido. Atualmente, cerca 93% da produção do país está no Nordeste. O aumento nesta safra é resultado de um crescimento de área de 7,3% e melhora na produtividade, que teve um incremento de 45,3%, quando comparada ao período anterior. Os agricultores estão colhendo em média 875 quilos por hectare. Durante a safra 1997/98, por exemplo, a colheita rendia apenas 142 quilos por hectare.

As exportações de óleos derivados da mamona renderam US$ 6,18 milhões no acumulado dos seis primeiros meses do ano. Foram embarcados do país 3.416 toneladas. O produtor recebe em média R$ 74 pela saca de 60 quilos. Fora do Brasil, o óleo extraído do vegetal foi negociado na bolsa de Roterdã, na Holanda, em média, a US$ 1.568. A bolsa desse país é uma das referências para os preços do mercado internacional. As informações são da assessoria de imprensa da Conab.

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