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Comunicado da GE derrubou bolsa em Nova York ontem

SÃO PAULO - As bolsas americanas fecharam em queda ontem com uma reviravolta nos últimos minutos de negócios, em meio a preocupações com o enfraquecimento do quadro de lucros corporativos após notícias que levantaram questões sobre as perspectivas da General Electric (GE). O índice Dow Jones teve baixa de 0,82%, a 8.

Valor Online |

990 pontos. O Standard & Poor´s 500 caiu 1,11%, a 930 pontos. O Nasdaq avançou 0,47%, a 1.657 pontos.

Em um movimento volátil que se tornou a marca registrada do mercado desde o colapso do Lehman Brothers em meados de setembro, o Dow mergulhou mais de 300 pontos nos últimos 12 minutos do pregão.

Além disso, operadores afirmaram que os " hedge funds " e " mutual funds " derrubaram as ações para levantar dinheiro e repagar seus clientes e emprestadores, com os investidores ansiosos para realizar lucros sobre os ganhos de terça-feira. As ações da General Electric caíam 4% nos últimos minutos da sessão, para fechar em queda de 1,5%.

O presidente executivo da General Electric, Jeffrey Immelt, afirmou que a empresa visa a manter os lucros de 2009 no mesmo nível deste ano, mesmo com uma queda de 10% a 15% nas receitas. Mas após o fechamento, a GE afirmou a CNBC que os comentários de seu presidente foram usados fora de contexto e que Immelt não deu previsão. A GE é dona da CNBC.

As ações no mercado europeu fecharam com valorização próxima de 7%, antes da amplamente esperada decisão de corte de juro nos Estados Unidos.

O índice FTSEurofirst 300 das principais ações européias fechou com valorização de 7,51%, a 897 pontos, fazendo desta quarta-feira o segundo dia seguido de ganhos, após de cinco dias de perdas.

Os papéis da BP, da Total e da Shell se valorizaram entre 9,6% e 13,6%, conforme o preço do petróleo subiu US$ 5,84 para US$ 68,56.

O índice de matérias-primas DJ Stoxx European Basic registrou valorização de 16%, com Anglo American, Arcelormittal e Salzgitter subindo entre 12% e 19,4%.

Também houve demanda para as ações do setor financeiro, impulsionadas pela Allianz, que subiu 26,2%, e Old Mutual, em alta 30,2%. O HSBC ganhou 10,6%.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 8,05%, a 4.242 pontos. O DAX, de Frankfurt, recuou 0,31% (4.808 pontos). Em Paris, o CAC-40 subiu 9,23% (3.402 pontos). Também subiram as bolsas de Milão (8,48%), Madri (9,42%) e Lisboa (7,12%).

(Valor Econômico, com agências internacionais)

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