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Como foi feito o teste

COMO FOI FEITO O TESTE Por Bruno Galo, Lucas Pretti e Marcus Vinícius Brasil São Paulo, 19 (AE) - Para realizar essa experiência de compra visitamos 11 lojas da capital paulista entre os dias 5, 6 e 7 de novembro. Os seguintes critérios de avaliação, preestabelecidos com auxílio do Procon e Idec, foram utilizados tanto para lojas de departamento, quanto para especializadas e supermercados: PARA QUÊ? Essa é a primeira pergunta que deve ser feita ao consumidor.

Agência Estado |

A partir do uso que ele fará do aparelho, é possível indicar o produto mais indicado para cada um dos perfis.

OFERECEU MAIS OPÇÕES? Mesmo que o comprador aponte uma mercadoria, o estabelecimento deve apresentar mais opções com características semelhantes. A escolha final é de quem compra.

MOSTROU OS PONTOS FRACOS? Todo produto tem características negativas. Mesmo que o lojista tente convencer de que aquele é o televisor perfeito para a sua sala, desconfie e exija o detalhamento do modelo.

RESPONDEU CERTO AS PERGUNTAS TÉCNICAS? Aqui está a maior fonte de escorregões. Quando questionados sobre alguns aspectos técnicos dos produtos, muitos dos atendentes revelam a falta de treinamento para responder as dúvidas do consumidor corretamente. Eles devem, pelo menos, ser sinceros quando não souberem responder.

TENTOU ILUDIR? Diante de um comprador pouco informado, é comum vendedores se aproveitarem. Ouvimos de tudo, desde que TVs Full HD têm esse nome porque gravama programação até processadores que aceleram a conexão com a internet.

RECOMENDOU O PRODUTO CORRETO? Se o consumidor saiu da loja com um modelo que satisfez suas necessidades, o atendente acertou. Mas o mais comum é os vendedores empurrarem mercadorias que extrapolam suas necessidades e acabam saindo mais caras.

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