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Commodities voltam a subir

As commodities agrícolas voltaram a subir ontem nas bolsas internacionais, acompanhando o bom desempenho dos indicadores financeiros e a alta do petróleo. Pressionado pela maior disposição dos especuladores a correr riscos, o dólar se desvalorizou, o que deixou as matérias-primas mais atraentes para empresas e fundos que operavam com outras moedas.

AE |

As commodities agrícolas voltaram a subir ontem nas bolsas internacionais, acompanhando o bom desempenho dos indicadores financeiros e a alta do petróleo. Pressionado pela maior disposição dos especuladores a correr riscos, o dólar se desvalorizou, o que deixou as matérias-primas mais atraentes para empresas e fundos que operavam com outras moedas. Em Nova York, os contratos de açúcar para entrega em maio fecharam com valorização de 3,24%, a 17,53 centavos de dólar por libra-peso. A commodity, que já subiu quase 7% desde o início da semana, continua a se recuperar das perdas acumuladas nos últimos dois meses. Em Chicago, o milho para maio fechou em alta de 1,56%, a US$ 3,58 por bushel. A resistência dos produtores em vender aos preços atuais e as incertezas em relação ao tamanho da próxima safra norte-americana, em um cenário de demanda mundial crescente, gerou nervosismo entre vendedores, que se viram obrigados a rever suas apostas baixistas. Com este objetivo, fundos especulativos compraram mais de 8 mil contratos do grão. Os contratos de soja com vencimento em maio registraram ganho 0,1%, negociados a US$ 9,69 por bushel, depois de atingir a maior cotação desde 29 de março, a US$ 9,76 por bushel. A preocupação com a pressão sobre os estoques norte-americanos persiste e ajuda a sustentar os preços, apesar da grande oferta de soja na América do Sul.

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