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Os preços de muitos produtos agrícolas acompanharam as demais commodities ontem e fecharam em queda

Os preços de muitos produtos agrícolas acompanharam as demais commodities ontem e fecharam em queda. A pressão veio da notícia de que a venda de imóveis residenciais novos nos Estados Unidos caiu 32,7% em maio, aumentando a sensação de que levará mais tempo para que a economia americana se recupere. O índice CRB, que reflete uma cesta de matérias-primas de energia, metais e agrícolas, caiu 1,13% e fechou a 259,72 pontos. A retração no setor de imóveis americano foi interpretada como um sinal de que a economia perdeu estímulos importantes e a demanda por commodities fica limitada. Especuladores evitam aplicar em commodities e ações quando recebem más notícias macroeconômicas, pois são mercados de maior risco. Vendas de fundos especulativos empurraram para baixo o preço do açúcar em Nova York. O contrato com vencimento em outubro fechou em queda de 0,69%, a 15,81 centavos de dólar por libra-peso. O açúcar também reagiu à baixa de 1,93% do petróleo, em virtude da competitividade com o etanol de cana. Os contratos de café na mesma bolsa recuaram apenas 0,16%. Os fundos decidiram vender e embolsar lucros obtidos com o rali das últimas semanas. Na Bolsa de Chicago, a soja caiu 1,34% e o milho, 1,75%, com clima favorável para as lavouras dos Estados Unidos. O trigo se manteve estável.

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