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Commodities batem mínimas em 3 meses

Os preços das commodities agrícolas desabaram ontem devido à fuga de especuladores de mercados de risco e da forte valorização do dólar ante outras moedas importantes. O índice Reuters-Jefferies CRB, que acompanha uma cesta composta por contratos futuros de energia, metais e produtos agrícolas, recuou 1,94%, para 262,76 pontos - menor pontuação desde 8 de fevereiro.

AE |

Os preços das commodities agrícolas desabaram ontem devido à fuga de especuladores de mercados de risco e da forte valorização do dólar ante outras moedas importantes. O índice Reuters-Jefferies CRB, que acompanha uma cesta composta por contratos futuros de energia, metais e produtos agrícolas, recuou 1,94%, para 262,76 pontos - menor pontuação desde 8 de fevereiro. Apenas nessa semana, o indicador já caiu 5,38%. Em 2010, a perda acumulada é de 7,3%. Produto com maior peso nas cestas de commodities, o petróleo negociado em Nova York caiu 3,58%, para US$ 77,11 por barril - menor cotação desde 16 de fevereiro. Na semana, o preço do barriu já desabou 10,6%. Entre os mercados agrícolas, a cotação do açúcar caiu 5,14%, para o menor patamar em 12 meses, a 13,67 centavos de dólar por libra-peso. Os contratos futuros da soja cederam 2,45%, para o menor nível em um mês, e fecharam a US$ 9,54 por bushel. Café (-2,99%), algodão (-2,72%) e óleo de soja (-2,08%) sofreram perdas expressivas. Contudo, para o exportador brasileiro, os efeitos da queda nos preços internacionais foram mais do que compensados pela valorização de 3,17% do dólar em relação ao real - também resultado da aversão ao risco nos mercados internacionais. No caso da soja, por exemplo, o preço médio da saca de 60 quilos subiu cerca de 2%, em real, no Oeste do Paraná, o que agitou os negócios.

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