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Comissário da UE estima reação à crise dos EUA, mas diz que não é solução

Bruxelas, 24 set (EFE).- O comissário de Assuntos Econômicos e Monetários da União Européia (UE), Joaquín Almunia, disse hoje que o plano de resgate para as entidades financeiras do Departamento do Tesouro americano é uma boa iniciativa, mas não é a solução no caso do bloco, cuja prioridade deve ser melhorar a regulação do setor.

EFE |

Almunia, que participou de um debate no Parlamento Europeu sobre a situação nos mercados, reconheceu que a crise atual é "de tal magnitude que excede o conhecido até agora".

O comissário europeu disse confiar em que as medidas de urgência adotadas pelas autoridades dos Estados Unidos, onde o efeito das turbulências está sendo mais severo, contribua para a normalização do mercado, mas insistiu em que "todos devem reagir".

Explicou que os Estados-membros não acham necessário um plano como o adotado por Washington, e coincidiu em que a UE requer uma estratégia mais ampla, centrada na revisão do modelo de regulação.

Lembrou que a UE já havia decidido há mais de um ano trabalhar para introduzir mais transparência nos mercados financeiros, melhorar a coordenação entre as autoridades de supervisão e estabelecer pautas de resposta em caso de quebra de uma entidade com presença em vários países-membros.

Nesse contexto, disse, a Comissão Européia apresentará nas próximas semanas várias propostas sobre as exigências de capital às entidades financeiras e sobre a regulação das agências de avaliação de riscos, cujo papel ficou em xeque após o começo das turbulências nos mercados. EFE epn/an

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