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Comissão mobiliária dos EUA impede 799 empresas de atuar no mercado

WASHINGTON - A comissão de valores mobiliários americana (SEC, na sigla em inglês) aprovou nesta sexta-feira um plano que impede que 799 empresas de investimento especializadas em vendas no curto prazo atuem temporariamente no mercado.

EFE |

 

 

Acordo Ortográfico Essa medida busca frear a especulação e impedir uma deterioração maior da bolsa, informou a instituição financeira. No final da quinta-feira, a SEC convocou uma reunião para examinar os últimos eventos da crise econômica americana, e hoje anunciou a suspensão das operações de 799 companhias no mercado financeiro.

A proibição será efetivada imediatamente e terá uma duração de dez dias, e poderia se prolongar até 30 dias.

O plano do governo norte-americano de limpar o mercado dos débitos hipotecários podres e a ampla proibição de vendas à descoberto de ações fez com que os papéis de instituições financeiras subissem 40% nesta sexta-feira, enquanto as negociações sobre aquisições no setor prosseguem.

O Morgan Stanley continua conversas com o Wachovia Corp e outros bancos sobre uma possível fusão. Ao mesmo tempo, a instituição discute um possível aumento dos investimentos do fundo soberano da China, disseram fontes com conhecimento sobre os planos.

O HSBC desistiu do acordo de US$ 6,3 bilhões para assumir o controle do Korea Exchange Bank, o que alimentou as especulações sobre o possível interesse da instituição britânica por um de seus rivais no Ocidente. O maior banco da zona do euro, o espanhol Santander, evitou comentar uma matéria publicada na imprensa que afirmava que a instituição estaria interessada no Bank of Ireland.

Depois que a Financial Services Authority (FSA) da Grã-Bretanha impôs na quinta-feira a proibição, por quatro meses, das vendas à descoberto de ações de instituições financeiras, a SEC resolveu adotar a mesma postura.

Ao mesmo tempo, os principais bancos centrais redobraram seus esforços para garantir o funcionamento dos mercados de crédito. Os BCs do Japão, Austrália, Índia e Indonésia injetaram US$ 42 bilhões nos mercados, depois que o Federal Reserve coordenou um pacote de US$ 180 bilhões na véspera.

(Com informações de EFE e Reuters)

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