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Comissão Europeia propõe pacote de 200 bilhões de euros contra crise

Bruxelas - A Comissão Europeia (CE, órgão executivo da União Européia) pediu nesta quarta-feira aos 27 países-membros do bloco europeu que destinem 200 bilhões de euros, equivalentes a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) da UE, para superar a crise econômica. http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/11/26/as_principais_medidas_de_retomada_economica_previstas_por_bruxelas_2612110.htmlAs principais medidas de retomada econômica previstas por Bruxelas http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/26/ce_diz_que_nao_aumentara_limite_de_3_dos_deficits_publicos_2612401.htmlCE diz que não aumentará limite de 3% dos déficits públicos

Redação com agências |

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O presidente da CE, José Manuel Durão Barroso, disse, em entrevista coletiva, que a maior parte desse dinheiro (170 bilhões de euros) deverá ser oferecida pelos Estados-membros, enquanto a quantia restante sairá do orçamento comunitário e do Banco Europeu de Investimentos.

A iniciativa é conhecida um dia depois de o governo americano anunciar novas ações para apoiar a economia do país, da ordem de US$ 800 bilhões, visando à recuperação do crédito.

Alguns dos estímulos fiscais incluem propostas que já foram anunciadas pelos governos da UE, disse José Manuel Barroso na entrevista coletiva. A proposta precisa ser adotada pelos governos nacionais em reunião do Conselho Europeu em 11 de dezembro.

A Comissão deixou espaço para que os governos nacionais excedam o limite da UE para os déficits orçamentários, de 3% do PIB, sem dar início a procedimentos especiais, desde que os déficits sejam temporários e apenas levemente superiores ao limite. "Perto (do limite) significa alguns décimos, não muitos décimos", disse o comissário de finanças da UE, Joaquin Almunia.

O plano proposto pela CE também inclui cortes de impostos ao consumo e recursos para setores como o automotivo.

"As medidas que os Estados-membros estão introduzindo não precisam ser idênticas, mas precisam ser coordenadas", afirmou Barroso, presidente da Comissão Europeia.

França, Grã-Bretanha e outros vários países da UE já adotaram esforços nacionais para impulsionar suas economias.

"Ações já anunciadas por Estados-membros é claro que são parte desse esforço", acrescentou Barroso.

Segundo ele, não está claro se o esquema --mais ambicioso que o pacote de 1% do PIB que vinha sendo falado-- será suficiente. Economistas manifestaram ceticismo sobre como o plano pode ser gerenciado.

A Alemanha já disse que resistiria a qualquer tentativa de coordenar cortes de impostos sobre vendas pelo bloco, enquanto países do leste europeu, como Polônia, não querem aumentar seus déficits porque precisam mostrar disciplina orçamentária para adotar o euro como moeda.

As propostas incluem medidas equivalentes a 1,2 ponto percentual dos gastos orçamentários nacionais e 0,3 ponto de financiamento da UE.

A chanceler alemã, Angela Merkel, alertou nesta quarta-feira contra uma competição entre os países para produzir grandes pacotes de estímulo para suas economias. "Nós não devemos entrar em uma corrida por bilhões", disse.

(Com informações da EFE, Valor Online. Reuters e Agência Estado)

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