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Comércio varejista cresce 11% em julho

Rio de Janeiro, 16 set (EFE).- O volume de vendas do comércio varejista cresceu 11% em julho em comparação com o mesmo mês do ano passado, após se expandir 10,6% no primeiro semestre do ano, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

EFE |

A receita nominal de vendas avançou 18,5% em julho frente ao mesmo mês de 2007, sem levar em conta a inflação do período, segundo o IBGE.

Nos sete primeiros meses do ano, as vendas acumularam crescimento de 10,6% em volume e 16,3% na receita nominal.

O desempenho do setor no acumulado do ano continua sendo recorde, como já tinha sido no primeiro semestre, e reflete a expansão tanto da produção industrial quanto da própria economia, assim como a redução do desemprego e o aumento da renda dos trabalhadores, de acordo com o IBGE.

Apesar dos indicadores positivos, o IBGE informou que o volume de vendas em julho recuou 0,2% na comparação com junho, interrompendo uma série de quatro meses de crescimento.

Na comparação de julho frente ao mesmo mês do ano passado, todos os setores do comércio registraram aumento das vendas.

O melhor desempenho foi registrado em outros artigos de uso pessoal e doméstico (21,3%), seguido de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (20,6%), móveis e eletrodomésticos, (19,6%), combustíveis e lubrificantes (15%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,4%).

Os resultados do setor de móveis e eletrodomésticos, que acumulam aumento de 18,6%, foram atribuídos à "expansão do crédito, melhoria da massa de salários da população ocupada e redução dos preços dos eletroeletrônicos".

Segundo o IBGE, o aumento das vendas dos alimentos abaixo da média "pode estar ainda refletindo o efeito da inflação sobre o consumo de produtos alimentícios".

Outro setor com resultado destacado foi o de carros e motos, partes e peças (26%).

As vendas acumuladas desse setor nos primeiros sete meses do ano registram expansão de 22,9%.

"A redução das taxas de juros e a ampliação dos prazos de financiamento, bem como expectativas positivas quanto à manutenção do emprego, vêm se constituindo ainda nos principais fatores para a expansão das vendas do ramo", afirmou o comunicado do IBGE. EFE cm/wr/rr

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