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Comerciantes dos EUA oferecem descontos para melhorar vendas

Washington, 28 dez (EFE).- Os comerciantes americanos apressaram hoje suas ofertas especiais e descontos gigantescos para atenuar, antes do fim do ano, uma das piores temporadas de vendas em décadas.

EFE |

Os cortes dos preços desde a "sexta-feira negra", a última de novembro, que segue o Dia de Ação de Graças e abre nos Estados Unidos a temporada de vendas de fim de ano até o Natal, não impediram que o comércio caísse em quase todas as categorias.

De acordo com um relatório da SpendingPulse, uma unidade da MasterCard que calcula as vendas no varejo com todo tipo de pagamentos, em geral nesta temporada o comércio foi 4% inferior ao da mesma época de 2007.

As vendas de artefatos domésticos e aparelhos eletrônicos caíram 26,7% e as de roupa feminina mais de 22%, enquanto as de roupa masculina caíram 19%, segundo os dados que quantificam a comercialização em dólares.

Para tentar vender mais, o grupo Borders, uma das duas maiores de livrarias nos Estados Unidos, anunciou um rebaixamento de 40% em quase todo seu estoque da filial em Sacramento, na Califórnia.

Já a ótica HourEyes oferece dois pares de óculos pelo preço de um, e vende qualquer armação por "apenas US$ 59", incluindo algumas que eram comercializados a quase US$ 230.

Embora o grupo de artesanato Michael's não tenha tido uma temporada tão ruim, oferece descontos de até 70% em alguns de seus artigos.

A loja de departamentos Bloomingdale's também anuncia descontos de "até 75% sobre os preços regulares, originais e já reduzidos".

Outras lojas, como a BestBuy e a Circuit City, que oferecem aparelhos eletrônicos, câmeras de fotografia e vídeo, e discos, e a mobiliária Havertys recorreram à estratégia de vender a crédito sem juros por períodos que vão de 18 a 36 meses para pagar. EFE jab/ab/db

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