Cartagena (Colômbia), 7 abr (EFE).- A sessão plenária do Fórum Econômico Mundial (FEM) para a América Latina 2010 foi aberta hoje pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe, e pelo presidente do FEM, o alemão Klaus Schwab, que afirmou que a crise econômica mais severa dos últimos anos está "quase acabando".

Cartagena (Colômbia), 7 abr (EFE).- A sessão plenária do Fórum Econômico Mundial (FEM) para a América Latina 2010 foi aberta hoje pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe, e pelo presidente do FEM, o alemão Klaus Schwab, que afirmou que a crise econômica mais severa dos últimos anos está "quase acabando". Na reunião em Cartagena de Indias, no litoral caribenho colombiano, será analisado até a quinta-feira o impacto da crise na região e as perspectivas de crescimento. Está "quase acabando a crise mais severa da economia global em muitos anos. Não foi uma crise secreta, foi uma crise estrutural, já que as estruturas não tinham se adaptado às necessidades do século XXI", disse Schwab. "Ainda temos que pagar um preço alto pelos compromissos que assumimos no passado, mas há boas notícias (...), vai ser uma melhora rápida", acrescentou. Para o presidente do FME, a Colômbia foi "uma campeã" em se recuperar da crise, motivo pelo qual, segundo ele, o país foi escolhido para sediar a quinta edição do fórum. Uribe abriu oficialmente o FEM América Latina 2010, com um discurso no qual destacou que "a iniciativa privada é o caminho de superação de pobreza" e criticou os países que restringem o desenvolvimento das empresas. "Na América Latina há muitos atentados contra a iniciativa privada", disse o presidente colombiano, que acrescentou que o colapso dos países com sistemas comunistas é uma prova de que sem iniciativa privada "as comunidades adormecem". Além disso, Uribe afirmou que seu país melhorou as perspectivas graças aos avanços na segurança, o que permitiu um maior investimento e compromisso social. "A Colômbia enfrentou o desafio de um terrorismo rico e poderoso que se alimenta do narcotráfico" e hoje "é o país da América Latina mais atrativo para o investimento", disse. A reunião conta com a presença de empresários de diversos países, assim como os presidentes Fernando Lugo, do Paraguai, Álvaro Colom, da Guatemala, Ricardo Martinelli, do Panamá, e Leonel Fernández, da República Dominicana, além do diretor adjunto da Organização Mundial do Comércio (OMC), Alejandro Jara. O secretário de Estado adjunto dos Estados Unidos, Arturo Valenzuela, que realiza uma viagem pela região, também deve comparecer ao encontro. EFE fer-erm/pd
    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.