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Combater desemprego deve ser foco de economias avançadas, prevê FMI

SÃO PAULO - O combate ao desemprego depois da crise global deve ser prioridade na maioria das economias avançadas até pelo menos 2011, destacou o Fundo Monetário Internacional (FMI) em estudo divulgado nesta quarta-feira. O levantamento, divulgado como parte do documento Perspectiva Econômica Mundial, aponta que, dada a lenta recuperação da economia e os efeitos persistentes da crise financeira global, o desemprego médio nas economias avançadas deve permanecer elevado até 2011, mesmo com um possível aumento na geração de vagas neste ano. "A economia global está se recuperando da pior desaceleração desde a Segunda Guerra Mundial, mas a velocidade da recuperação varia muito entre as regiões", observou o Fundo no Capítulo 3 do Perspectiva Econômica Mundial, apresentado hoje.

Valor Online |

SÃO PAULO - O combate ao desemprego depois da crise global deve ser prioridade na maioria das economias avançadas até pelo menos 2011, destacou o Fundo Monetário Internacional (FMI) em estudo divulgado nesta quarta-feira. O levantamento, divulgado como parte do documento Perspectiva Econômica Mundial, aponta que, dada a lenta recuperação da economia e os efeitos persistentes da crise financeira global, o desemprego médio nas economias avançadas deve permanecer elevado até 2011, mesmo com um possível aumento na geração de vagas neste ano. "A economia global está se recuperando da pior desaceleração desde a Segunda Guerra Mundial, mas a velocidade da recuperação varia muito entre as regiões", observou o Fundo no Capítulo 3 do Perspectiva Econômica Mundial, apresentado hoje. Na visão do organismo, as políticas fiscal e monetária continuam sendo as principais ferramentas para impulsionar o emprego por meio do impacto na atividade econômica. A reparação do setor financeiro também é considerada essencial, uma vez que determinados setores confiam muito no crédito bancário. Iniciativas específicas para o mercado de trabalho podem ajudar a diminuir o desemprego e incentivar a flexibilidade salarial e a melhoria das instituições do mercado de trabalho. (Juliana Cardoso | Valor)
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