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Com menos brasileiros, diminui caos na Argentina

A crise aérea argentina, desencadeada com a reestatização da Aerolíneas Argentinas, continua gerando atrasos nos dois aeroportos de Buenos Aires. Ontem, em Ezeiza (internacional), do total de 75 vôos programados para os períodos da manhã e da tarde, 48 saíram com atraso.

Agência Estado |

No Aeroparque (doméstico), do total de 70 vôos, 42 decolaram atrasados. A média dos atrasos oscilava entre meia hora e uma hora, embora alguns vôos partissem 8 horas depois do previsto.

Fontes da Aerolíneas Argentinas afirmaram que o resto da semana despontava "menos complicada", pois, segundo elas, a onda de turistas brasileiros já passou, além dos problemas causados pelo início das férias de inverno (no fim de semana passado) dos argentinos, que exigem a máxima capacidade operacional da empresa.

A existência de problemas na Aerolíneas implica caos para o sistema aéreo argentino, já que a companhia, junto com sua subsidária Austral, concentra 83% do mercado de vôos domésticos do país. Além disso, a Aerolíneas é responsável por 52% dos vôos internacionais.

O governo preocupado, fez um apelo ontem a outras empresas. "Se as companhias privadas se oferecerem para transportar os passageiros nesta conjuntura, serão bem-vindas", disse o secretário de Transportes, Ricardo Jaime. Segundo ele, no momento só operam 28 dos 67 aviões da Aerolíneas.

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