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Com impasse sobre pacote, Bovespa segue exterior e abre em baixa; dólar sobe

As preocupações em relação ao atraso da aprovação, pelo Congresso norte-americano, do pacote de US$ 700 bilhões para ajudar o setor financeiro dos EUA pesaram no sentimento dos investidores. A Bovespa abriu com queda de 2,41%, aos 50.577 pontos. O dólar valorizava-se 1,98%, cotado a R$ 1,857. Os principais mercados da região fecharam em queda; na Europa, as Bolsas abriram em baixa.

Agência Estado |

 

Acordo Ortográfico As principais bolsas europeias abriram a sessão desta sexta-feira em baixa, com a crise do setor bancário e financeiro como pano de fundo. O índice FTSE-100 de Londres perdia 30,13 pontos (-0,58%), a 5.166,89 pontos. Em Frankfurt, principal praça da zona euro, o Dax caía 0,89%, a 6.118,13 pontos, e, em Paris, o CAC 40 perdia 1,46% a 4.164,91 pontos.

Asiáticas

A Bolsa de Hong Kong caiu também influenciada pelo declínio nos demais mercados: 1,3%, terminou aos 18.682,09 pontos.

Na China, dados do governo que mostram um decepcionante crescimento do lucro para o setor industrial, com previsões pessimistas para o balanço do terceiro trimestre das empresas, ajudaram a Bolsa de Xangai a fechar em ligeira queda. O índice Xangai Composto caiu 0,2% e encerrou aos 2.293,78 pontos. Por sua vez, o Shenzhen Composto ganhou 1% e terminou aos 614,04 pontos.

A Bolsa de Taipé, em Taiwan, apresentou baixa pelo terceiro pregão seguido, também influenciada por um inesperado corte na taxa de juros pelo Banco Central local. O índice Taiwan Weighted perdeu 2,2% e encerrou aos 5.929,63 pontos.  O índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney, na Austrália, recuou 0,5% e fechou aos 4.904,8 pontos.

Agenda de indicadores

Os investidores aguardam a decisão final do Congresso norte-americano sobre o plano de resgate ao setor financeiro. Os negócios encerraram ontem com forte expectativa sobre a proximidade de um acerto.

Fora isso, a agenda de sexta-feira é pouco carregada, mas tem como destaque a leitura final referente ao desempenho da economia dos EUA no segundo trimestre do ano.

A agenda externa também reserva dados sobre a confiança do consumidor americano para o mês de setembro. A estimativa é de queda de 73,1 pontos para 71 pontos. O indicador será apresentado pela Universidade de Michigan.

Por aqui, o Banco Central (BC) divulga o relatório sobre spread bancário e base monetária.

Na semana que vem, a agenda está repleta de indicadores. No front interno, a atenção recai no Relatório Trimestral de Inflação e nos indicadores de preço, entre eles o IGP-M para o mês de setembro. Nos EUA, saem o relatório sobre o mercado de trabalho referente a setembro, informações sobre a renda e o gasto do consumidor e os investimentos em construção.

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