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Com fusão, Fitch pode elevar ratings do Unibanco

SÃO PAULO - A agência de classificação de risco Fitch Ratings colocou nesta quarta-feira em observação positiva alguns dos ratings dados ao Unibanco, como consequência do anúncio da associação da instituição com o Itaú. A avaliação é de que, concluída as etapas para integração das instituições, o perfil de risco do banco e seus ratings seriam equalizados aos do Banco Itaú Holding Financeira, que são mais elevados.

Valor Online |

 

Vale notar que o rating de longo prazo em moeda estrangeira das duas instituições, de BBB, está limitado pela nota de crédito dada ao governo brasileiro.

Devem ser melhorados os ratings: de curto prazo em moeda estrangeira e moeda local, atualmente em F3, que podem subir para F2; de longo prazo em moeda local, hoje em BBB, mas que pode ser elevado a para BBB+; e nacional de longo prazo, que seria revisto de AA+(bra) para AAA(bra).

A Fitch ressalta que a administração dos dois bancos previu que o índice de Basiléia da instituição combinada ficaria em 15,1%, um nível considerado positivo em comparação com os pares locais e regionais. A agência menciona, no entanto, o risco deste índice ser reduzido caso o Itaú faça a amortização do ágio gerado pela transação de forma antecipada, conforme costuma ser sua prática em incorporações anteriores. Apesar disso, a Fitch considera que o indicador de solvência continuará em níveis satisfatórios.

Outro ponto que será analisado pela agência é a intenção do novo grupo de ampliar sua atuação para outros países. "Embora as duas instituições tenham um histórico bem estabelecido de efetiva administração de risco, os desafios da administração de risco no exterior e em maior escala podem ser significativos", diz a Fitch.

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