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Com demanda alta, Braskem opera perto do limite

O aumento da demanda interna por produtos petroquímicos, com destaque para as resinas termoplásticas, permitirá à Braskem operar em 2010 com taxa máxima de utilização em suas centrais petroquímicas. A previsão do presidente da companhia, Bernardo Gradin, é de que a capacidade utilizada fique acima de 97% neste ano.

Agência Estado |

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A estimativa, destacou Gradin, não considera a incorporação dos ativos da Quattor e eventuais paradas de produção, assim como surpresas no fluxo do mercado.

A direção da Braskem trabalha com a previsão de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça aproximadamente 6% neste ano, levando consigo a demanda por resinas para uma alta de 8% a 9% sobre o ano passado. Gradin disse também que a tomada de decisão para o investimento no complexo petroquímico que será construído pela Braskem em parceria com a Idesa no México pode ser antecipada para o começo de 2011. O polo demandará investimentos de aproximadamente US$ 2,5 bilhões e produzirá 1 milhão de toneladas anuais de eteno e 1 milhão de toneladas anuais de polietilenos. A participação da Braskem no consórcio ficou definida em 65%.

A Braskem terá até o começo do segundo semestre deste ano para definir a respeito de sua participação no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e no Complexo Suape (em Pernambuco), conforme negociado anteriormente com a Petrobras.

O prazo tem como base o recebimento pela Braskem de materiais da estatal sobre os dois projetos, o que deve acontecer até o fim do mês. O cronograma de 120 dias passa a contar a partir da data de envio das informações pela Petrobras, disse.

O prazo para a definição da participação foi divulgado em janeiro passado, quando Braskem e Petrobrás formalizaram a compra da Quattor pela primeira empresa. As companhias não haviam informado, no entanto, o intervalo de vigência desse prazo. Com a explicação, fica esclarecido que a resolução sobre a presença da Braskem nos dois projetos liderados pela Petrobras deve ocorrer no máximo até julho. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

 

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