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Com consumo em alta, álcool pode mudar nome para etanol

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) deverá concluir nos próximos 15 dias a análise do pleito da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) que pretende mudar o nome comercial do álcool para etanol, inclusive nos postos, segundo o superintendente de Abastecimento da agência, Edson Silva. Ele disse ser favorável à mudança.

Agência Estado |

"Como estamos querendo padronizar o etanol no mundo inteiro, se mudarmos o nome teremos mais facilidade para exportação. A nova nomenclatura vai ajudar", disse.

Consumo em alta

O consumo de álcool hidratado no País cresceu 53% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2007, conforme dados da ANP. O salto foi de 3,9 bilhões para 6 bilhões de litros. Para Silva, o principal motivo foi a queda de 12,1% do preço do produto nas bombas nos primeiros seis meses do ano. "Isso está impactando a alteração da matriz energética no Brasil."

Já o consumo de gasolina A (pura), caiu 1,59%, de 9,1 bilhões para 9 bilhões de litros. O de gasolina com adição de álcool subiu de 11,9 bilhões para 12 bilhões de litros, alta de 1,03%. O diesel, por sua vez, teve um crescimento de 9,8%.

Em fevereiro, pela primeira vez, o consumo de álcool passou o de gasolina. No acumulado do semestre houve equilíbrio entre álcool anidro e hidratado (9,037 bilhões de litros) e gasolina (9,038 bilhões de litros).

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