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Com apoio de Petrobras e Vale, Bovespa garante alta de 0,36%

SÃO PAULO - Seguindo a forte correção de preço da segunda-feira, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve um pregão instável, mas garantiu fechamento em território positivo. Com destaque para as ações da Vale e da Petrobras, o Ibovespa garantiu alta de 0,36%, aos 39.

Valor Online |

544 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 3,66 bilhões.

O ganho não foi maior porque no call de fechamento o humor em Nova York piorou muito, levando ao desmanche de algumas posições. Em Wall Street, em questão de segundos Dow Jones e Nasdaq passaram a recuar cerca de 1% cada, depois que a edição online do Wall Street Journal noticiou que o Citigroup está avaliando uma grande reestruturação.

De volta à Bovespa, sustentando o ganho do dia, a ação PN da Petrobras subiu 0,84%, para R$ 23,95. O barril de WTI oscilou entre alta e baixa, mas garantiu fechamento positivo, o primeiro em seis dias. Forte valorização para o ativo PNA da Vale, que ganhou 2,17%, encerrando aos R$ 26,75. Cabe lembrar que esses dois ativos respondem por cerca de 30% do índice.

Segundo o analista-chefe da XP Investimentos, Rossano Oltramari, a queda de 5,2% na sessão de ontem assustou um pouco, mas a correção de alguns preços hoje cria uma leve melhora de sentimento.

No entanto, aponta o especialista, o Ibovespa ganharia uma cara um pouco melhor se garantisse fechamento acima dos 40 mil pontos, patamar testado nas máximas do dia.

Segundo o especialista, está difícil enxergar algum direcionamento para o mercado brasileiro. No curtíssimo prazo, a questão é sustentar os 40 mil pontos, o que cria a possibilidade de novas valorizações.

Quanto à temporada de resultados trimestrais que se aproxima, Oltramari avalia que a grande questão é saber até que ponto as notícias ruins já estão embutidas no preço dos ativos.

De volta ao âmbito corporativo, os bancos caíram forte, com as ações do Bradesco e Itaú liderando as vendas. O Morgan Stanley reduziu a recomendação de compra para os papéis das duas instituições, acreditando em menores margens dada a expectativa de juros menores no mercado interno. Ao final do dia, o papel PN do Bradesco valia R$ 22,36, mostrando queda de 3,86%, e a ação PN do Itaú era negociada a R$ 26,34, com desvalorização de 3,65%.

As siderúrgicas também perderam valor, com os ativos ON da CSN recuando 1,65%, para R$ 33,91, e Gerdau PN caindo 1,98%, a R$ 16,75.

Destaque de alta para as fabricantes de papel e celulose, que concentraram compras no final do dia. Klabin PN subiu 5,79%, para R$ 3,65, e Aracruz PNB ganhou 4,74%, a R$ 2,65.

Ganho de 6,17% para o ativo ON da Redecard, que fechou valendo 25,80. Braskem PNA subiu 5,69%, para R$ 5,94. Cesp PNB, CCR Rodovias ON e Sabesp PN aumentaram mais de 4% cada.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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