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Com agenda fraca, agentes continuam assimilando noticiário externo

SÃO PAULO - A quarta-feira tem fraca agenda de indicadores tanto no âmbito doméstico quanto no externo, o que deve levar os investidores a continuar repercutindo o anúncio do plano de ajuda aos bancos, que não agradou por trazer poucos detalhes sobre sua implementação, e a aprovação do pacote de mais de US$ 800 bilhões de estímulo à economia dos Estados Unidos. Ontem, as bolsas aqui e em Wall Street caíram forte depois que o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, apresentou o plano que prevê, entre outras coisas, a criação de parceria entre governo e empresas para estimular o crédito e maior atuação do Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, na compra de ativos hipotecários. Seguem também as capitalizações de instituições financeiras, mas com requisitos mais rígidos.

Valor Online |

De volta à quarta-feira, na agenda interna, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) traz os números do Sinalizador da Produção Industrial (SPI) referente ao mês de janeiro. O dia também reserva a divulgação do fluxo cambial parcial pelo Banco Central (BC).

Nos EUA, saem os dados sobre a balança comercial de dezembro, que deve apontar déficit de US$ 37,7 bilhões, seguindo resultado negativo de US$ 40,4 bilhões.

Os agentes também conhecem a variação semanal nos estoques de petróleo e derivados e o déficit orçamentário referente ao mês de janeiro.

No front corporativo, atenção para os números da NET. A Brascan Corretora estima prejuízo de R$ 37 milhões no quarto trimestre, contra lucro de R$ 96 milhões em igual período de 2007. Para a receita, a estimativa é de alta de 26% no comparativo anual, para R$ 1 bilhão. Já a Fator Corretora prevê perda líquida de R$ 28 milhões, também com receita de R$ 1 bilhão.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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