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Com acordo aéreo, Brasil quer atrair mais turistas dos Estados Unidos

O governo quer aumentar a quantidade de turistas estrangeiros no Brasil, com o novo acordo aéreo fechado com os Estados Unidos na última sexta-feira, que amplia a quantidade de vôos entre os dois países. O diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ronaldo Serôa da Motta, disse ontem que as primeiras 21 novas freqüências semanais a serem criadas ainda este ano serão específicas para cidades do Nordeste brasileiro.

Agência Estado |

"Estamos colocando o Brasil na rota do turismo mundial", disse.

Motta acrescentou que o aumento de vôos será gradual, para ampliar a concorrência no setor de forma "saudável", dando tempo às empresas de se organizarem. Por isso, outros 14 novos vôos semanais entre Brasil e Estados Unidos serão autorizados em 2009 e vão poder operar para qualquer aeroporto brasileiro, à exceção de Guarulhos (SP). Em 2010, mais novas 14 freqüências serão permitidas nas mesmas condições. Com isso, haverá um aumento gradual de 50% no número de vôos que podem ser feitos entre os dois países.

A expectativa é que as empresas americanas incrementem mais suas operações para o Brasil do que o contrário. Pelo acordo anterior, que durou dez anos, havia um limite de quatro companhias de cada lado com permissão para voarem entre os países. As americanas - Continental Airlines, American Airlines, Delta Air Lines e United Airlines - já utilizam toda a cota dos Estados Unidos.

Pelo lado brasileiro, apenas a TAM opera para cidades americanas em 35 vôos semanais, que serão ampliados para 49 até o final de 2008. A partir de agora, qualquer companhia dos dois lados poderá voar e o total de vôos por semana permitidos subirá de 105 para 154 até 2010.

Ao destacar que o Brasil - como outros países - está tentando eliminar barreiras regulatórias à competição no setor aéreo, o diretor da Anac disse que o foco é criar "liberdades" que permitam às empresas aéreas oferecerem produtos diferenciados e competir pelos clientes. "Quando isso acontece, é o usuário que se torna soberano, e não as empresas", disse. Ele defendeu ainda a liberdade tarifária para as empresas. "Essa liberdade, a Anac está promovendo gradualmente e de forma segura", completou.

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