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Colômbia diz que acordo com UE não afeta Comunidade Andina

(corrige título) Bogotá, 11 nov (EFE).- O Governo colombiano considerou hoje que o acordo de associação com o Peru e a União Européia (UE), anunciado em Bruxelas, não deve afetar o processo de integração com a Comunidade Andina (CAN).

EFE |

"O processo de integração andino não deve ser afetado pelo acordo com a UE, pelo contrário, deve se fortalecer", declarou o ministro do Comércio, Indústria e Turismo, Luis Guillermo Prata.

Ele se referiu à comissária européia de Relações Exteriores, Benita Ferrero-Waldner, quem propôs hoje que as negociações comerciais para fechar um acordo de associação entre a CAN e a UE, comecem com a Colômbia e o Peru sem esperar a Bolívia e o Equador.

Prata lembrou que a Colômbia manifestou à UE a vontade de concretizar, em breve, um acordo comercial bilateral profundo, processo que está aberto aos países andinos que compartilhem desse objetivo.

"Fica claro que a oferta realizada em outubro pela UE de avançar, com quem esteja disposto, em acordos ambiciosos segue de pé, perante a impossibilidade de continuar uma negociação bloco a bloco, pois existem divergências profundas nas modalidades e no tipo de compromissos a assinar por parte dos andinos", disse.

O ministro colombiano afirmou também, que o processo deve preservar o marco normativo andino para as relações entre estes países com a UE.

"Esta não é a primeira ocasião em que países andinos avançam separadamente em acordos comerciais com terceiros. Todos os andinos efetuaram negociações de maneira bilateral, o que não afetou o processo de integração sub-regional", acrescentou.

A comissária européia reuniu-se hoje em Bruxelas com os ministros de Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermúdez Merizalde, e do Peru, José Antonio García Belaúnde, depois que o Equador, na Presidência temporária da CAN, pediu adiamento da reunião em bloco prevista.

Enquanto Peru e Colômbia buscam concretizar o mais rápido possível a associação com os europeus, Bolívia e Equador pedem um tratamento diferenciado e mantêm reparos no manejo da propriedade intelectual, entre outros capítulos sensíveis. EFE rrm/jp

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