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Colômbia ainda crê na aprovação de Livre Comércio com EUA

Bogotá, 5 nov (EFE).- A Colômbia acredita que ainda é possível o Congresso dos Estados Unidos aprovar em suas sessões finais deste ano o Tratado de Livre-Comércio (TLC) que ambos assinaram há dois anos, disseram hoje fontes do Executivo em Bogotá.

EFE |

"Achamos que ainda há uma possibilidade de o TLC ser debatido e votado", expressou o ministro do Comércio, Indústria e Turismo, Luis Guillermo Prata, em entrevista coletiva, embora admita que não existe certeza de que o Legislativo em Washington leve este assunto à sua agenda.

Prata considerou que a vitória do democrata Barack Obama como presidente eleito americano "diminuiu um pouco a expectativa".

Agora vem o período legislativo pós-eleitoral e o esforço da Colômbia "está centrado em que o TLC seja um dos pontos de agenda por se tratar" no Senado americano, convocado a partir do dia 17 deste mês, disse o ministro.

Ele explicou que, com vistas a essas sessões e as que faça a Câmara de Representantes, seu país elaborou documentos e trabalha em outros para "demonstrar claramente por que o TLC é importante para a relação bilateral.

Este acordo comercial "não é um favor à Colômbia, mas para os Estados Unidos também é importante", defendeu Prata, para quem é necessário desmentir que seu país não se tenha esforçado em avançar na solução dos problemas de violência e impunidade.

"Nos falta melhorar (...), mas claramente o TLC é uma maneira de seguir nesse processo de melhoras", sustentou o ministro, para quem "não há soluções mágicas" contra a nova conjuntura e as advertências prévias de Obama sobre condições sob as quais pode respaldar a aprovação parlamentar deste acordo.

O agora presidente eleito dos Estados Unidos submeteu-a a avanços em direitos humanos e contra a impunidade, fundamentalmente.

Agora "é importante a comunicação com Obama: mostrar, demonstrar e comprovar o que fez a Colômbia", disse prata.

O funcionário reconheceu que: "apesar de não resolvermos os problemas, estamos nesse processo e isso é admirável; esse crédito se lhe deve dar ao nosso país, porque estamos no processo de enfrentar as dificuldades e resolvê-las".

"Somos um aliado-chave no hemisfério", ressaltou Prata, e observou que "agora é preciso ver como se comporta como presidente" o senador Obama.

Colômbia e Estados Unidos iniciaram a negociação de um TLC em maio de 2004 e o assinaram em novembro de 2006.

O acordo comercial foi aprovado pelo Congresso colombiano no final de 2007, mas sua entrada em vigor segue pendente que seja votado de maneira afirmativa pelo Legislativo em Washington. EFE jgh/jp

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