O diretor de assuntos corporativos da Eli Lilly, Allan Finkel, destacou ontem que o código de ética da empresa define que seus representantes não devem estimular ações judiciais para a obtenção de medicamentos no SUS. Não estimulamos, somos contra isso, sabemos que existe.

Desde 2002 submetemos o medicamento ao Ministério da Saúde, acreditamos que ele traz benefício e temos trabalhado para tentar uma padronização da maneira normal", afirmou.

O executivo afirmou ainda desconhecer empresas que poderiam estar patrocinando ações.

A indústria farmacêutica tem cobrado do governo a aceleração da análise de pedidos de incorporação de novos medicamentos e tecnologias, o que, segundo especialistas, é uma das explicações para o crescimento das demandas judiciais.

A divisão de diagnósticos da Roche nega qualquer envolvimento com o patrocínio das ações. "A Divisão Diagnostics da Roche esclarece que não foi informada a respeito do referido processo e salienta que sua atuação segue uma conduta adequada e ética, considerando sempre as determinações da legislação."

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