A Confederação Nacional da Indústria (CNI) vai trabalhar para evitar que propostas relacionados a questões trabalhistas sejam votadas pelo Congresso este ano. Entre essas propostas, estão a emenda constitucional que prevê a redução da jornada de trabalho, o projeto de lei que trata de restrições para a demissão do empregado e o que regula a terceirização e altera a lei sobre o trabalho temporário.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) vai trabalhar para evitar que propostas relacionados a questões trabalhistas sejam votadas pelo Congresso este ano. Entre essas propostas, estão a emenda constitucional que prevê a redução da jornada de trabalho, o projeto de lei que trata de restrições para a demissão do empregado e o que regula a terceirização e altera a lei sobre o trabalho temporário. "Temos feito uma ação para convencer o Congresso, pelo impacto político-eleitoral, que essas medidas não deveriam ser aprovadas neste contexto", afirmou ontem o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, ao divulgar a Agenda Legislativa da Indústria para 2010. O documento relaciona 117 propostas. Entre elas, 20 são consideradas prioritárias, tanto para aprovação quanto para reprovação. Segundo Monteiro Neto, as medidas trabalhistas podem até ser votadas neste ano, mas somente após as eleições. <i>As informações são de O Estado de S. Paulo</i>
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