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CNI é contra medidas protecionistas para melhorar balança comercial

BRASÍLIA - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) rechaça qualquer medida protecionista para melhorar a balança comercial brasileira, mas apoia ações do governo de incentivo ao setor exportador, como a desoneração fiscal, desburocratização, mais crédito e melhoria nas condições de financiamento. O Brasil tem mais a perder do que a ganhar se houver uma onda de protecionismo, disse o presidente da entidade, Armando Monteiro Neto.

Valor Online |

Ele afirmou que a CNI foi contra a exigência de licença prévia de importação que o governo adotou e derrubou na semana passada. "Poderíamos sofrer retaliações", comentou Monteiro. Para ele, a economia brasileira apresenta hoje tamanho grau de abertura que impor barreiras comerciais seria um retrocesso.

Mas o presidente da CNI demonstrou preocupação com o déficit de US$ 518 milhões na balança comercial em janeiro. Ele quer que o governo anuncie logo medidas de estímulo ao setor exportador, pois "a queda na venda de manufaturados foi muito forte", comentou.

Sobre o pacote de estímulo à construção civil que o governo promete desde o mês passado, Monteiro disse que há medidas ainda em negociação com várias áreas oficiais. "São medidas importantes para ajudar a amortecer os impactos da crise na economia real, porque além de empregos diretos, a construção civil estimula a demanda por bens e insumos internos", comentou ele.

"Mas é melhor adotar uma medida bem definida no tempo certo, para que atinja seus objetivos", finalizou o presidente da CNI.

(Azelma Rodrigues | Valor Online)

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