Sem metas, sem risco para o crescimento do País. As contribuições que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou ontem para a 15.

ª Conferência do Clima (COP-15), em Copenhague, fecham com parte do que governo quer, principalmente a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Sem apresentar possíveis ações próprias para reduzir as emissões da indústria, a CNI defende que o Brasil assuma compromissos com a via mais "barata" de redução de emissões - ou seja, a diminuição do desmatamento.

"Temos duas preocupações: não trazer responsabilidades que afetem o potencial crescimento e uma agenda que contemple o potencial crescimento da bioenergia, o patrimônio ambiental e a matriz energética limpa", afirmou o diretor executivo da CNI, José Augusto Fernandes.

Fernandes defende, ainda, que o Brasil não precisa levar metas para Copenhague, mas compromissos com ações voluntárias. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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